2004-08-12

Sudão I

Estado da África Oriental.
Tem uma superfície de 2.505.813 Km2 e cerca de 37 milhões de habitantes . Confina a norte com o Egipto, a nordeste com a Líbia, a oeste com o Chade e a República Centro-Africana, a sul com a República Democrática do Congo, o Uganda e o Quénia, a este com a Etiópia e a Eritreia, sendo banhado, em 853 km, pelo mar Vermelho.
A capital é Cartum. A língua oficial o árabe. O islamismo (sunita) constituí religião oficial. A unidade monetária é o dinar (SDD).

Geografia Humana e Económica
A população sudanesa é etnicamente heterogénea (existindo mais de 500 etnias: Dinkas, Nubas, Bejas, Nuers, Zandes, etc.) que falam cerca de 200 dialectos, apesar da política de arabização.
A grande diferenciação é, porém, entre negros e árabes.
A economia do Sudão debate-se com graves problemas. A agricultura ocupa 72% da força de trabalho e representa 40% do PNB, apesar de as produções agrícolas terem um decisivo grau de dependência das condições climatéricas.
As principais culturas são a do algodão, do amendoim, cereais, goma arábica (de que é um grande produtor, cana-de-acúcar, tapioca, batata doce, e frutas (mangas, papais, bananas).
A indústria tem dimensão reduzida. Emprega 9% da mão-de-obra e representa 10% do PNB.
Apesar disso, abrange a fiação de algodão e os têxteis em geral, bem como, armamento ligeiro e montagem de automóveis.
Após ter aceite as políticas macro-económicas do FMI, o Sudão estabilizou a inflação e, a partir de 1999, começou a exportar crude - o petróleo é o seu maior recurso natural, para além de pequenas reservas de ferro, cobre, crómio,m zinco, tungsténio, prata e ouro.
Este aumento da produção veio reanimar alguma indústria e revigorar a refinação para consumo doméstico.
Uma enorme dívida externa constitui um obstáculo sério ao crédito internacional, e que, somada à instabilidade continuada devido à guerra civil, impõe graves limitações ao crescimento económico sudanês, cuja população é maioritariamente afectada pela pobreza.

Comments:
A regra e o esquadro de Berlim deram em guerras intermináveis nas fronteiras sangrentas do Islão...

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Abraço
Orlando Braga
 
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