2004-08-30

Jogos Olímpicos - Modalidades XX

Remo
De origem inglesa, as primeiras regatas realizaram-se em 1715, no Tamisa; um século mais tarde disputa-se o primeiro dos célebres encontros universitários Oxford-Cambridge.
Este desporto foi introduzido em Portugal pelo conde de Alcáçovas, que organizou em 1852 as primeiras regatas em Paço de Arcos.
Em 1920 criou-se a Federação portuguesa de Remo.
As embarcações podem ser de madeira (geralmente cedro, de metal leve (alumínio) ou de fibra de vidro. O seu formato é estreito e muito comprido e os remadores ficam sentados em bancos móveis (slides).
Há dois tipos distintos de embarcações, o yolle e o shell. Destes, o primeiro é mais largo, de madeira trincada, e a forqueta onde assenta o remo está na borda de barco; destinado à aprendizagem, é, no entanto, muito utilizado entre nós em competição. O shell, também conhecido por outrigger, é mais estreito, com forquetas na extremidade das aranhas, requer melhor técnica e é igualmente usado pelos clubes portugueses. As regatas internacionais e os Jogos Olímpicos só são disputados em embarcações deste tipo. Como tipo intermédio, há ainda o yollete. O shell pode ser de remos parelhos ou de ponta, conforme o remador dispõe de dois ou de um só remo. Os shells pesam de 15 a 95 kg, consoante o número de remadores a que se destinam. O shell de 8 pode atingir a velocidade de 24 km/h. O percurso olímpico, assim como a maioria das regatas, é de 2000 metros. Há no entanto provas de fundo, como Oxford-Cambridge (6800 metros).

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