2004-08-27
Jogos Olímpicos - Modalidades VIII
Esgrima
Arte de combate que consiste no manejo de uma arma branca que, como prática desportiva, consiste em atingir um adversário sem ser tocado.
Nada tem de comum com os duelos descritos na história e na literatura, embora esses tenham sido seus antecessores.
Cingida a regras muito estritas e bem definidas, vindas directamente das tácticas de combate e de duelo (feitas em Espanha durante o Renascimento, depois em Itália e em França), é uma modalidade em que a calma, a reflexão e a decisão são desenvolvidas ao extremo.
As Armas
Três armas são utilizadas: o florete, o sabre (armas convencionais) e a espada. Só o florete é usado em competição feminina, mas as três estão incluídas no programa masculino dos Jogos Olímpicos desde 1896.
O florete é uma arma leve, pesando cerca de 500 g., com 1,10 metros de comprimento. A lâmina, que vai da extremidade ao copo, é de secção rectangular, sm gume e muito flexível;
O sabre tem uma lâmina, de secção rectangular, bastante flexível, com um peso de cerca 500 g; tem cerca de 1,05 metros de comprimento.
A espada tem lâmina de secção triangular e rígida, mede 1,10 metros e pesa 770 g.
Tanto o florete como a espada são armas de ponta, sendo o touche feito só com a extremidade, enquanto o sabre é uma arma de estoque e de corte, pois o toque tanto pode ser feito com a ponta como com o gume ou mesmo o falso gume. O problema consiste em tocar validamente o adversário, ou como agressor ou como réplica a um ataque.
O Uniforme
O esgrimista usa um fato especial, branco, leve, mas muito resistente. O rosto é protegido por uma máscara de rede de aço muito fina e uma protecção cobre o pescoço. O floretista tem por cima do seu fato um colete, tecido com fios de nylon e de cobre finamente entrançados. Esta peça permite a arbitragem eléctrica.
Arbitragem
A prova é dirigida por um presidente do júri, ladeado por quatro assistentes para as armas simples: florete e espada não eléctricos e sabre, e por um único membro do júri para assaltos com armas eléctricas: florete e espada.
Para facilitar a arbitragem e para evitar protestos, os toques de espada são detectados electricamente desde 1934.
As armas estão ligadas por um fio eléctrico que passa pela manga do fato e sai ao nível das costas dos esgrimistas direito a um aparelho que regista os toques dados e que são indicados pelo acender de uma lâmpada vermelha ou azul. A arbitragem eléctrica foi introduzida para o florete em 1956.
Esta arbitragem tem a particularidade de distinguir os toques válidos (luz vermelha ou azul) e os toques não válidos (luz branca). Os toques de corte, de sabre, não sendo ainda detectados por aparelhagem eléctrica, estão em vias de o ser.
Os combates decorrem num campo bem delimitado. A pista mede 1,80 metros a 2 metros de largura e 18 metros de comprimento (mínimo 14 metros).
Para o sabre, a pista é geralmente coberta por um tapete entrançado; para as armas eléctricas é revestida por uma rede metálica ligada ao aparelho de controle. Este dispositivo evita que as lâmpadas acendam desde que as pontas toquem o solo.
O assalto
A técnica difere conforme a arma de que se trata. Para o florete e o sabre, um toque, para que seja válido, deve ser dado numa certa zona do corpo. Para o florete a base do pescoço, ombros e virilhas; para o sabre, toda a parte superior do tronco, cabeça e braço, sendo a parte inferior delimitada pelas virilhas.
Para a espada, todo o corpo é reconhecido como zona válida.
Para as duas armas convencionais, o ataque antecede a defesa. O esgrimista atacado deve primeiro que tudo parar impedindo o avanço da arma adversária e replicar em seguida. Não há aqui toques simultâneos ou duplos golpes como na espada.
Todas as indicações da arbitragem são dadas em francês, mesmo em competições internacionais, e são seguidas pela Federação Internacional de Esgrima, criada em 1913.
Figura histórica na esgrima nacional é António Martins, iniciado no Ginásio Clube Português ainda no final do século XIX, fundador do Centro Nacional de Esgrima e autor de um Manual de Esgrima para uso do Exército, tendo deixado numerosos discípulos que implantaram a modalidade em Portugal. A Federação Portuguesa de Esgrima foi fundada em 1920.
Arte de combate que consiste no manejo de uma arma branca que, como prática desportiva, consiste em atingir um adversário sem ser tocado.
Nada tem de comum com os duelos descritos na história e na literatura, embora esses tenham sido seus antecessores.
Cingida a regras muito estritas e bem definidas, vindas directamente das tácticas de combate e de duelo (feitas em Espanha durante o Renascimento, depois em Itália e em França), é uma modalidade em que a calma, a reflexão e a decisão são desenvolvidas ao extremo.
As Armas
Três armas são utilizadas: o florete, o sabre (armas convencionais) e a espada. Só o florete é usado em competição feminina, mas as três estão incluídas no programa masculino dos Jogos Olímpicos desde 1896.
O florete é uma arma leve, pesando cerca de 500 g., com 1,10 metros de comprimento. A lâmina, que vai da extremidade ao copo, é de secção rectangular, sm gume e muito flexível;
O sabre tem uma lâmina, de secção rectangular, bastante flexível, com um peso de cerca 500 g; tem cerca de 1,05 metros de comprimento.
A espada tem lâmina de secção triangular e rígida, mede 1,10 metros e pesa 770 g.
Tanto o florete como a espada são armas de ponta, sendo o touche feito só com a extremidade, enquanto o sabre é uma arma de estoque e de corte, pois o toque tanto pode ser feito com a ponta como com o gume ou mesmo o falso gume. O problema consiste em tocar validamente o adversário, ou como agressor ou como réplica a um ataque.
O Uniforme
O esgrimista usa um fato especial, branco, leve, mas muito resistente. O rosto é protegido por uma máscara de rede de aço muito fina e uma protecção cobre o pescoço. O floretista tem por cima do seu fato um colete, tecido com fios de nylon e de cobre finamente entrançados. Esta peça permite a arbitragem eléctrica.
Arbitragem
A prova é dirigida por um presidente do júri, ladeado por quatro assistentes para as armas simples: florete e espada não eléctricos e sabre, e por um único membro do júri para assaltos com armas eléctricas: florete e espada.
Para facilitar a arbitragem e para evitar protestos, os toques de espada são detectados electricamente desde 1934.
As armas estão ligadas por um fio eléctrico que passa pela manga do fato e sai ao nível das costas dos esgrimistas direito a um aparelho que regista os toques dados e que são indicados pelo acender de uma lâmpada vermelha ou azul. A arbitragem eléctrica foi introduzida para o florete em 1956.
Esta arbitragem tem a particularidade de distinguir os toques válidos (luz vermelha ou azul) e os toques não válidos (luz branca). Os toques de corte, de sabre, não sendo ainda detectados por aparelhagem eléctrica, estão em vias de o ser.
Os combates decorrem num campo bem delimitado. A pista mede 1,80 metros a 2 metros de largura e 18 metros de comprimento (mínimo 14 metros).
Para o sabre, a pista é geralmente coberta por um tapete entrançado; para as armas eléctricas é revestida por uma rede metálica ligada ao aparelho de controle. Este dispositivo evita que as lâmpadas acendam desde que as pontas toquem o solo.
O assalto
A técnica difere conforme a arma de que se trata. Para o florete e o sabre, um toque, para que seja válido, deve ser dado numa certa zona do corpo. Para o florete a base do pescoço, ombros e virilhas; para o sabre, toda a parte superior do tronco, cabeça e braço, sendo a parte inferior delimitada pelas virilhas.
Para a espada, todo o corpo é reconhecido como zona válida.
Para as duas armas convencionais, o ataque antecede a defesa. O esgrimista atacado deve primeiro que tudo parar impedindo o avanço da arma adversária e replicar em seguida. Não há aqui toques simultâneos ou duplos golpes como na espada.
Todas as indicações da arbitragem são dadas em francês, mesmo em competições internacionais, e são seguidas pela Federação Internacional de Esgrima, criada em 1913.
Figura histórica na esgrima nacional é António Martins, iniciado no Ginásio Clube Português ainda no final do século XIX, fundador do Centro Nacional de Esgrima e autor de um Manual de Esgrima para uso do Exército, tendo deixado numerosos discípulos que implantaram a modalidade em Portugal. A Federação Portuguesa de Esgrima foi fundada em 1920.
Comments:
<< Home
estou dez das 19:00 temtando axar respostas concretas sobre os jogos olimpicos e nao acho o que eu quero e já são 20:48 e nao achei nem a metade!!!!!!!
será que não da pra facilitar pra mim em?ass:anonimo kkkkk..bricadeira
Publicar um comentário
será que não da pra facilitar pra mim em?ass:anonimo kkkkk..bricadeira
<< Home
